Revitalizar a memória do município em amplo espaço e localização estratégica era o sonho do chefe de Gabinete, Luis Pedro Santos e do prefeito Dr. Erik Silva. O novo prédio do Museu Gilza Magalhães, homenagem à mais utópica dos balsenses, tanto nas artes, degustes, costumes, cultura, alegria e humildade espontâneas, características ímpares de Magal, como era conhecida.
Famílias tradicionais prestigiaram o evento que aconteceu na noite desta quinta-feira, 21/07, em especial com a família Magalhães e sua progenitora, dona Lurdes Magalhães, de 92 anos.
Gizélia Magalães, irmã da Magal, emplacada no museu, agradeceu pela honra do reconhecimento pautado nos feitos da também ambientalista.
No museu, salas separadas por diferentes temas, como fotos e objetos que revelam os primórdios do município, a chegada dos sulistas empreendedores da agricultura, a permanência e feitos dos combonianos na fortificação da religião, o sertanejo e seus apetrechos, os primeiros destaques na fotografia, onde também se encontram ferramentas de trabalho da época, instrumentos musicais, cinematográficos entre outros.
O Chefe de Gabinete, Luis Pedro, idealizador da preservação da cultura e dos recantos históricos do município, ao lado do prefeito, acredita na rememoração do passado para a construção do futuro.
A marcante presença do filho de Leonizard Braúna, Augusto Agripino Braúna, médico, músico e compositor, oriundo de Fortaleza dos Nogueiras, autor do primeiro hino à cidade, “Balsas Querida”, ficou emocionado e quase sem palavras para descrever o quanto pode agradecer ao município que o recebeu de braços abertos.
Convidada especial para embarcar na história de Balsas, a balsense, desembargadora federal, Danile Maranhão Costa, disse que este é um presente que todos recebem.
O prefeito reflete em suas palavras o tom de quem não pensa somente nas benfeitorias que vem sempre surpreendendo àqueles que deixaram o cidade desprotegida e descuidada por anos a fio. Sempre de olho no futuro de Balsas, esta quinta-feira ficou reservada para a história de seus fundadores e idealizadores que aqui se instalaram. Dr. Erik ressaltou a vontade de adquirir o prédio – talvez o único ainda retratando o passado -, pela prefeitura, para que ali se perdure o Museu Gilza Magalhães.
Uma sala especialmente para o tom que mexe com a emoção do maranhense e se extendeu pelo estado, conquistando com muito esforço sua aceitação em Balsas, o reggae se posta em espaço, ao lado de grandes personalidades da música e da escrita.
Os desbravadores e bravos heróis da agricultura também ganharam uma sala especial, onde mostra a história de progresso, irrigada pelo cultivo de grãos e enraizada pela cumplicidade recebida dos habitantes locais. O grupo Mulheres do Agro, de Balsas, liderado por Ediane Boeri, manifestou extensa satisfação de poder mostrar uma sala que enaltece a achegada dos primeiros colonos sulistas.




















Parabéns pelo Museu Gilza Magalhães. Estou feliz porque está localizado na casa de origem de minha Família Ribeiro da Silva, casarão histórico construído em 1911 por meu avô João Ribeiro da Silva, que foi comerciante e uma pessoa muito inovadora em Balsas. Enviamos alguns pertences históricos mantidos por nossa família para exposição no Museu Gilza Magalhães. Participei, também, em conjunto com os organizadores do Museu, liderados por Luiz Pedro e sob a orientação do prefeito de Balsas, meu primo Erik Silva.