
Depois das chuvas ficam os temíveis buracos e barrancos cheios de surpresas, como a leve poeira que encobre pedras ou mesmo os profundos obstáculos. Ainda neste período de seca, o tráfego pela Transpenitente é constante, devido à escoação de grãos e transporte de insumos para os próximos plantios.
A AMAPA – Associação dos Produtores de Algodão, em parceria com algodoeiras da região do sul do estado do Maranhão (Fazendas Parnaíba, Planeste, Pequena Holanda), fomentada pela IBA – Instituto Brasileiro de Algodão e com apoio da prefeitura do município de Tasso Fragoso, fez mais uma vistoria, dia 17/08, aos serviços preventivos e corretivos, iniciados dia 06/08, de terraplenagem e elevação da estrada que liga a MA 006 à Faz. Parnaíba, prestados pela empresa Transmangabeiras.
O sr. Wellington Nascimento, coordenador da AMAPA, preocupado com o escoamento da safra de algodão para os próximos meses, disse que “por se tratar de estradas vicinais e pelo desgaste que sofrem durante o inverno, é necessário que essas correções sejam feitas de forma seguras, para que não fique todos os anos o dinheiro indo por água afora. Este é um serviço que vai deixar a obra de forma qualitativa e duradoura. Erguendo esta estrada teremos a certeza de que obteremos um custo de manutenção bem inferior, já que temos a certeza de uma durabilidade melhor.” Concluiu Wellington Nascimento.
Para o sr. Carlos Magno, proprietário da Transmangabeiras, empresa contratada pela AMAPA, informou que os parceiros algodoeiros estão sempre predispostos a colaborarem com o que for preciso.
Com mais de 10 máquinas atuando no trecho da vicinal, o sr. Carlos Magno disse que tem 90 dias para a conclusão da recuperação e elevação de 30 km dos 110 quilômetros que envolvem o percurso da estrada, sendo que o restante – 80 km – serão recuperados pela APSP – Associação dos Produtores da Serra do Penitente. “Além das empresas agrícolas que nos dão apoio, também temos o prefeito Roberth Cleydson, de Tasso Fragoso, que sempre se dispõe a colaborar com o que for necessário. Com certeza vai ser uma obra muito rápida para concluirmos”. Completou sr. Carlos.
A intensidade do calor exige que caminhões-pipa despegem água no barro duro para que as máquinas possam raspar e aterrar o trecho. Enquanto isso, caminhões carregados trafegam pela estrada normalmente.
O coordenador da AMAPA informou ainda, que sob a elevação de 50 cm no aterro, para que fique acima do nível do solo, serão colocados bueiros em várias partes para que as águas pluviais não deteriorem o corredor agrícola que escoa o algodão, o produto mais caro e em crescente evolução produtiva da região sul do estado.


















