Verão Balsas: uma prévia para o Centenário em 2018.

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    O mês de julho passou, mas para muitos jamais será esquecido. As férias de verão vieram resplandescentes como as cores que se espalharam pela cidade diuturnamente, espelhando o coração do balsense, que ainda é acolhedor e alegre.
    Os roncos dos brinquedos náuticos deram lugar ao quase tão somente o som do palco que adornava a Beira Rio, com seus cantores e dançarinos locais, jogando o eco nas águas transparentes onde os banhistas flutuavam em seus finais de semana, com a esperança de uma continuidade de paz. A segurança para os turistas e a população em geral tornou prioridade neste período, devido à concentração de pessoas que se dispunham ao descanso em bons ares às margens do rio e aos que deixavam suas casas para os pontos de diversão, como o próprio rio, a avenida Raimundo Félix (Litorânea) – local de shows e a muitas festas que ganhavam amantes da diversão.
    O prefeito dr. Erik Augusto, que fez a abertura do Festival Verão Balsas, ora se transformou em grande espectador ora em ator do espetáculo organizado por uma equipe experiente e cuidadosa, comandada pelo secretário de Cultura Clério Nascimento.
    Diante de tamanha festividade, não seria tão saudável se não houvesse a participação da maneira educada da população, em apreciar o que houve de melhor, mas também do comando da PM, Corpo de Bombeiros, Guardas Municipais, Samu, Infraestrutura que além de organizar a prévia limpeza mas de mantê-la no percurso das margens fluviais e das avenidas e ruas.
    Afinal, quando o povo agrada o turista, mesmo que sejam filhos de Balsas, que escolhem sua terra natal para o descanso se dá o direito a retornos futuros e isso é o que pretende a nova gestão com a qualidade da organização que tem mostrado em cada evento.
    Os desfiles na Beira Rio, sobre tablados, complementaram ainda mais a beleza natural maranhense, de uma nova geração que compõe sotaques múltiplos e a magia de cores cutâneas que só lembram a miscigenação entre o sul dos pampas ao sul de Gonçalves Dias.
    O centenário, no ano que vem, promete muito mais alegria de envelhecer numa cidade que aponta o desejo de rejuvenescimento rápido e recuperação do tempo inerte que permaneceu por décadas, sob a injúria pena de gestores inábeis ao desenvolvimento e voltados ao individualismo do atraso. O futuro boreal que merecemos reflete nas águas que levam o passa do indesejado e trazem o presente que queremos .

     

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