Prefeitura de Balsas conscientiza população sobre Agosto Lilás, através de Influenciadores

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    A prefeitura de Balsas, através da Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho e Emprego, coordenada pela primeira-dama Viviane Coelho, apresentou para a imprensa, na manhã desta quinta-feira, no Parque Centenário, a Campanha de Combate à Violência Contra a Mulher, de conscientização, que se estenderá por todo o mês.

    Recentemente, estudos apontaram que a situação de isolamento social, devido à pandemia de coronavírus (COVID-19), tem potencializado os casos de violência contra as mulheres em todo o mundo. Diante desta nova realidade pandêmica, a campanha Agosto Lilás é mais uma forma de levar informação às mulheres, como forma de ajudá-las a romper o ciclo de violência, e de trazer maior visibilidade sobre o assunto para toda a sociedade.

    Para a Secretária Viviane Coelho, este ano foi feita uma campanha diferente, através dos influenciadores digitais de Balsas e cartazes espalhados pela cidade, além de folders.

    Penha Barros é Coordenadora CRAS I e reforça que as mulheres tenham coragem de denunciar. Para ela, a violência não é só física e não é só o marido ou filho que são os provocadores.

    Entre outras influenciadoras que também fazem parte da Campanha Agosto Lilás, a Digital Influencer Romaiara Silva, disse que a mulher deve ser encorajada a denunciar não somente neste mês.

    Karine Guedes, Psicóloga e Coordenadora do Creas, disse que todo ano tem que lembrar às mulheres que elas têm órgãos de defesa, além de garantia de direito.

    A Lei Maria da Penha, sancionada em 7 de agosto de 2006, surgiu da necessidade de inibir os casos de violência doméstica no Brasil. O nome foi escolhido em homenagem à farmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes, que sofreu agressões do ex-marido por 23 anos e ficou paraplégica após uma tentativa de assassinato. O julgamento de seu caso demorou justamente por falta de uma legislação que atendesse claramente os crimes contra a mulher. Hoje, a lei 11.340/2006 considera o crime de violência doméstica e familiar contra a mulher como sendo “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial”.

    No primeiro semestre de 2020 Maranhão registrou 28 feminicídios. Estado desperta a atenção com uma taxa de 133,33% entre os meses de março e abril de 2019 e de 2020.

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