Outubro Rosa: Maranhão possui mais de Mil casos estimados de câncer de mama

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    Segundo especialista, o diagnóstico tardio e a falta de conscientização sobre o tema são as principais dificuldades para a diminuição de incidência da doença no país.

    Nordeste tem um total de 15.690 novos casos estimados; Maranhão possui 1.060, segundo o Inca.

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    A campanha do ‘Outubro Rosa’ visa conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce de câncer de mama. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), mais de 60 mil novos casos são diagnosticados por ano no Brasil, sendo 1% em homens. No País, excluídos os tumores de pele não melanoma, o câncer de mama é o mais incidente em mulheres, com taxas mais altas nas regiões Sul e Sudeste. Atualmente, são estimados 73.610 novos casos no cenário nacional, o que representa uma taxa ajustada de incidência de 41,89 casos por 100 mil habitantes.

    No Nordeste, o número total de novos casos estimados é de 15.690. O Maranhão registra um total de 1.060 casos. Na região, o estado que lidera é a Bahia, com um total de 4.230 casos. Completam esse ranking: Ceará 3.080; Pernambuco 2.880; Paraíba 1.180; Rio Grande do Norte 1.140; Alagoas 690; Piauí 860; e Sergipe 570.

    Segundo a coordenadora do Curso de Enfermagem da Faculdade Anhanguera, Luciana Coelho, o principal sintoma da doença é um nódulo (caroço) fixo e geralmente indolor, que afeta pessoas de diferentes faixa-etárias. “Esse tipo de tumor é mais comum em mulheres acima dos 60 anos, porém, vale lembrar que as mulheres mais jovens, também podem desencadear a doença. Outro sintoma que pode aparecer são caroços nas axilas e pescoço”, alerta.

    Para a especialista um dos problemas para a alta incidência de casos é o diagnóstico tardio e a falta de conscientização da população, que acredita que o câncer de mama se configura apenas em mulheres mais velhas, o que dificulta a realização de exames. “Apesar da mamografia ser indicada para pessoas acima dos 50 anos, é fundamental realizar os exames de rotina, como o papanicolau, ultrassonografia do útero e, principalmente, o autoexame das mamas, que pode facilitar um possível diagnóstico”, completa Luciana Coelho.

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