Nutre e Eduque: evento no Educar Dom Bosco busca reeducação alimentar para os alunos

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    O Colégio Educar Dom Bosco sempre está em buscar de inovações e de aprimoramento para o melhor aprendizado e bem-estar dos alunos, além de comodidade e confiança dos pais. De volta às aulas, a nutricionista maternal infantil Marília Martins Cury, CRN6:6165, realizou uma exposição de vários tipos de alimentos que podem ser copiados, como lanches e sucos que as crianças devem levar em suas lancheiras para o colégio. Afinal, a alimentação é o combustível para que o processo de aprendizagem seja prazeroso e eficiente. Os alunos precisam de comidas saudáveis para o melhor desenvolvimento do corpo e mente.

    No próprio Colégio Educar Dom Bosco já existe um projeto conhecido pelos pais como Nutre e Eduque, com aulas semanais de educação nutricional para as crianças, de estímulo à alimentação saudável, de forma divertida, onde aprendem brincando e adquirem mais conscientização, segundo a nutricionista Marília Martins. Para ela, a feirinha interna do colégio é uma forma de apresentar aos pais conhecimentos alimentares e formas de armazenamento, como lancheiras térmicas que conservam os alimentos quentes ou gelado por todo o tempo que duram as aulas.

    Marília disse estar apenas orientando como montar uma lancheira saudável. “Estamos orientando como fazer escolhas saudáveis. Escolha sempre uma fonte de carboidrato, fonte de energia como uma pipoca, sanduíche natural, um bolo, biscoitinho de polvilho, como estimular o consumo de frutas. Também, crianças que têm resistência a fruta, tornar essa fruta de uma forma mais lúdica, mais divertida. A criança come com os olhos. Então, usar cortadores, fazer palitinhos de frutinhas, usar personagens que eles gostam estimula mais a criança aceitar os alimentos. E a hidratação, preferir uma água geladinha ou um suco natural de frutas”. Para ela, os pais são espelhos para os filhos e “se eles se alimentarem bem, os filhos também irão se alimentar bem”.

    Nelise Silva Santos, mãe de Bernardo Silva Santos, de 03 aninhos , Maternal III, disse que aprendeu muito com a exposição e vai se reeducar. “Aprendi muita coisa. Vou mudar a alimentação dele, inclusive a minha”.

    A Psicóloga Kátia Della Flora, mãe da Reafaela, disse que esse é um momento fundamental “porque as mães têm a oportunidade de ter uma profissional à disposição, dando dicas, receitas, orientações, trazendo as frutas de uma forma bem lúdica – no formato atrativo para as crianças – sugestões para aquelas crianças que às vezes tem um pouco mais de dificuldade com os alimentos”.

    Kátia aceitou ter muita dificuldade “porque a minha filha não aceita frutas, legumes. Então, eu acabo utilizando outros alimentos, às vezes algum industrializado, uma castanha de caju, ela ainda aceita às vezes pão de queijo, mas algo muito saudável como frutas ela tem um pouco mais de dificuldade de aceitar. A gente acaba tendo que tentar adaptar”. A psicóloga também aposta no lúdico: formas geométricas ou de estrelas, entre outras, para estimular o apetite.

    Kariane é mãe de aluno do Maternal III, fã de crepioca e cuscus, menos de frutas, porém ela veio à procura de melhorar o cardápio da merenda escolar do filho. Para a mãe, na exposição de deguste encontrou “algumas coisas compatíveis com o que eu faço para ele em casa, porque como é o primeiro ano dele na escola, eu ainda tô me baseando no que mandar para ele”. Para ela, ali tem algumas coisas que está conhecendo agora. “Tipo, eu não sabia do potinho térmico que dá para mandar alguma coisinha, um cuscuz, um bolinho quente”.

    Kariane achou é muito importante que algumas mães como ela, “que não sabemos bem o que mandar para escola, é muito bom e importante. Eu já aprendi alguma coisa, já tirei algumas dúvidas aqui”. Concluiu.

     

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