Lançada nesta sexta-feira, 1º/03, Operação Átria intensifica combate à violência contra a mulher

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    Abrindo a programação do mês da mulher, o Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Segurança Pública, lançou nesta sexta-feira, 1º de março, no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar, no Calhau, em São Luís. Iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), a operação visa combater e prevenir crimes de violência contra a mulher em razão de gênero.

    No Maranhão, onde o índice de feminicídio teve queda de cerca de 32% em 2023, na contramão de outros 14 estados, segundo o MJSP, a operação será executada de forma integrada entre as polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Perícia Oficial do Estado, Centro Integrado de Operações de Segurança (CIOPS) e Centro de Inteligência da SSP-MA, em parceria com outras instituições.

    Com a queda no índice de feminicídio no ano passado, o estado também conquistou a terceira maior redução entre os estados brasileiros, e a segunda posição na Região Nordeste.

    Com a operação, serão intensificadas a apuração de denúncias, instauração de inquéritos policiais, realização de atendimentos às vítimas de violência doméstica e cumprimento de mandados de prisão de agressores, além da busca por suspeitos e foragidos da justiça por feminicídio, violência física, psicológica, patrimonial, moral e sexual contra mulheres.

    Em paralelo às ações ostensivas e repressivas, no Maranhão também serão realizadas atividades de conscientização com o intuito de prevenir que mais crimes em razão de gênero aconteçam e para que as vítimas de ciclos de violência saibam da existência de uma rede de apoio com a qual elas poderão contar no momento em que decidirem pela denúncia.

    Operação Átria

    Átria é o nome da principal estrela da constelação denominada “Triângulo Austral” do hemisfério estelar sul. Tem coloração alaranjada e consta na bandeira do Brasil. Em alusão à posição de destaque da estrela, o nome dado à operação ilustra a ideia de reposicionar mulheres agredidas, retirando-as da condição de vítima para que retornem ao seu lugar.

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