Inicia hoje semana mundial do Aleitamento Materno

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    Estabelecida pela OMS e a UNICEF em 1992, este é o maior movimento social em defesa da amamentação (Foto: iS/iStock)

    O representante da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) no Brasil, Joaquín Molina, descreveu recentemente a amamentação como um dos gestos mais generosos que podem ser feitos. Sua fala foi proferida no lançamento da Campanha de Aleitamento Materno, promovida pelo Ministério da Saúde.

    Em uma cerimônia repleta de mães e filhos, ele continuou: “Nunca este auditório esteve tão lindo. Essas famílias trazem uma mensagem de vida, de saúde e de bem-estar”. Sim, saúde é um ponto muito importante nessa história.

    Promovida entre os dias 1º e 7 de agosto, em mais de 120 países pelo mundo, a Semana Mundial do Aleitamento Materno defende este importante ato, considerado por médicos e especialistas de extrema importância para a saúde ao longo da vida. Este é um grande movimento de incentivo à amamentação, algo que pode ser bastante desafiador para algumas mamães, justamente numa fase delicada da maternidade, quando ainda se adapta à nova rotina e se recupera da gestação e do parto.

    O leite materno é o melhor alimento que um bebê pode receber e os benefícios do aleitamento materno são inúmeros. Estudos mostram que o impacto da amamentação na primeira infância continua ao longo da vida adulta, influenciando, positivamente, em fatores como a tendência à obesidade e o QI. Já para as mulheres, amamentar pode reduzir o risco de câncer no ovário e nas próprias mamas.

    Mas, mesmo diante desse cenário positivo, algumas mulheres desistem do aleitamento antes dos seis primeiros meses. Dores, incômodo, rachaduras no seio e a alta sensibilidade durante as mamadas podem trazer desânimo e desencorajar a prática da amamentação. Alguns fatores que colaboram para isso são a pegada incorreta do bebê, o uso de roupas com resíduos de amaciante e sabão em pó e o de sabonetes e outros produtos com substâncias nocivas na região dos seios.

    A Campanha de Aleitamento Materno defende a amamentação materna exclusiva até os 6 meses. E também pede para que as mães sigam dando o peito para seus pequenos até os 2 anos de idade – introduzindo aos poucos outros alimentos e bebidas.

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